As possíveis últimas localizações do celular da fotógrafa Ana Paula Silveira Cardoso, de 29 anos, desaparecida na região da cachoeira do Salto das Orquídeas, em Sapopema, no Norte do Paraná, foram analisadas pelas equipes que participam das buscas.
Conforme apuração da Banda B, após verificarem os pontos indicados, o Corpo de Bombeiros descartou o sinal como uma pista que pudesse direcionar novas buscas pelo aparelho. Diferentemente da expectativa inicial de que a informação poderia ajudar a localizar a fotógrafa, os dados não apresentaram precisão suficiente para indicar uma área exata.
A informação sobre as possíveis localizações havia sido obtida por amigos e familiares de Ana Paula, que conseguiram acessar dados relacionados ao celular, após pedido de ajuda pelas redes sociais, e repassaram os pontos às equipes de resgate. Os bombeiros chegaram a avaliar os locais indicados, mas não encontraram nenhum vestígio de Ana Paula, desaparecida desde o último sábado (25).
Sinal indicado pelo celular da vítima é impreciso, diz bombeiro
De acordo com o major Renan Augusto Bortolassi, do CBMPR, a localização apresentada não tinha precisão suficiente para confirmar onde o aparelho estaria. Segundo ele, a margem de variação depende da forma como o sinal foi captado.
“Esse sinal não é com tanta precisão. Depende muito se foi adquirido por rede de celular, 3G ou Wi-Fi. Em um local mais isolado, com antenas distantes, a variação pode ser de alguns metros ou até alguns quilômetros.” explicou Bortolassi.
Ainda segundo o major, um dos pontos indicados ficava distante da área onde as equipes já concentravam os trabalhos, o que reforçou a dificuldade de considerar o dado como uma referência segura.

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