A denúncia foi protocolada oficialmente na Câmara Municipal de Maringá e teria sido levada ao Ministério Público. O caso veio à tona após um episódio tumultuado nos corredores do Legislativo, onde o denunciante teria manifestado publicamente sua indignação logo após ser exonerado.
Antes de formalizar a denúncia, o assessor chegou a publicar em suas redes sociais uma imagem provocativa sobre assédio moral no ambiente de trabalho. Curiosamente, a foto foi tirada em frente ao próprio gabinete da vereadora, onde um cartaz informativo sobre o tema está afixado.
A Professora Ana Lúcia Rodrigues nega veementemente todas as acusações. Em nota oficial (Leia na íntegra abaixo), sua assessoria jurídica classificou as denúncias como “improcedentes e destituídas de fundamento”, sugerindo que a ação é uma tentativa de “desgaste político” em um ano de pré-campanha.
A defesa alega que a exoneração de Vinícius foi um ato discricionário motivado por “critérios técnicos e quebra de confiança”. Além da nota, a vereadora compareceu à delegacia de polícia para registrar um Boletim de Ocorrência contra o ex-assessor por calúnia e ataques à sua honra.
Posicionamento da Câmara Municipal
A presidente da Câmara, Vereadora Majô, confirmou o recebimento de um protocolo envolvendo um vereador e um assessor, mas ressaltou a necessidade de cautela e sigilo para garantir o direito à ampla defesa e a integridade do processo . “Precisamos averiguar os fatos e, se necessário, encaminhar para a corregedoria da Casa”, afirmou a presidente em entrevista à Pinga Fogo FM.
O caso agora deve seguir para a análise do setor jurídico da Câmara e, possivelmente, para o corregedor da Casa, o vereador Mário Verri. Se as provas forem consideradas consistentes, a parlamentar poderá enfrentar um processo de cassação de mandato. Por outro lado, caso a denúncia seja provada falsa, o autor poderá ser responsabilizado judicialmente.
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NOTA À IMPRENSA – Marco Alexandre Souza Serra – Advogado OAB 29667/PR
















