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EPR Paraná e PRF alertam para risco de dirigir com sono e reforçam prevenção em viagens longas

EPR Paraná e PRF alertam para risco de dirigir com sono e reforçam prevenção em viagens longas

A EPR Paraná e a Polícia Rodoviária Federal voltaram a chamar atenção dos motoristas para um risco que costuma passar despercebido, mas que pesa como chumbo no volante: a fadiga. Em meio ao aumento do tráfego de veículos de carga por causa do escoamento da safra, as instituições reforçam que dirigir com sono compromete a segurança e pode provocar acidentes graves.

A PRF destaca que a falta de descanso reduz os reflexos, atrapalha a capacidade de julgamento e pode levar ao microssono, episódios breves em que o cérebro “desliga” involuntariamente por alguns segundos. No Paraná, a corporação vem intensificando as fiscalizações da Lei do Descanso justamente para reduzir sinistros graves e preservar vidas nas rodovias federais.

O alerta ganha força em um cenário de circulação intensa de caminhões e veículos de carga, especialmente nas rotas usadas para o transporte da produção agrícola. A orientação dos órgãos de trânsito é clara: reconhecer os sinais de exaustão, parar antes do limite e não insistir em seguir viagem quando o corpo começa a pedir trégua.

A EPR Paraná lembra que os motoristas contam com uma rede de apoio ao longo da concessão. A empresa mantém 14 Bases de Serviço de Atendimento ao Usuário, estruturadas para oferecer suporte 24 horas por dia, com banheiros, bebedouro, fraldário, estacionamento e totens de atendimento.

Essas bases funcionam como pontos de parada estratégica para o condutor que precisa recuperar a atenção, descansar e seguir viagem com mais segurança. A concessionária afirma que a estrutura foi pensada para facilitar o atendimento e dar resposta rápida em situações de ocorrência nas rodovias sob sua administração.

A PRF reforça ainda que o descanso obrigatório dos motoristas profissionais não é detalhe burocrático, mas uma medida de proteção à vida. A orientação das autoridades é que o tempo de direção seja respeitado e que as pausas sejam tratadas como parte essencial da viagem, não como atraso.

Em resumo, o recado das duas instituições é o mesmo: estrada longa pede atenção dobrada, planejamento e pausa no momento certo. No trânsito, dormir menos custa caro demais.