O processo foi aberto após acusações feitas por um ex-assessor parlamentar. Ele alegava ter sofrido assédio moral, cobrado a fazer doações ao partido de Ana Lúcia para manter o cargo, obrigado a cumprir tarefas fora de suas funções e orientado a registrar presença sem trabalhar.
Após ouvir testemunhas e analisar documentos e perícias, a comissão concluiu que nenhuma das acusações se confirmou. Sobre o assédio, os depoimentos mostraram que a vereadora fazia apenas cobranças normais de trabalho.
Em relação às contribuições partidárias, os dados indicaram que a permanência no cargo não dependia do pagamento, e os valores pagos pelo ex-servidor – que não era filiado – foram devolvidos ao Tesouro Nacional.
A comissão também constatou que as atividades externas do ex-assessor eram ligadas ao mandato e descartou a acusação de registro de ponto sem trabalho, já que o servidor foi exonerado logo após se recusar a cumprir um plano de transição de tarefas, não recebendo nenhum dinheiro sem trabalhar.
O parecer final assinado por Luiz Neto, Akemi Nishimori e Guilherme Machado segue agora para votação do plenário, onde os demais vereadores votarão em sessão específica que será convocada para analisar o caso.
















