Publicado 17/09/2026 às 13h47



A morte do jovem Paulo Rogério Lopes Farezin Júnior, de 27 anos, encontrado dentro da chaminé de uma churrasqueira em uma casa às margens da BR-116, em Mandirituba, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), deixou a família em busca de respostas. O corpo foi localizado na tarde desta segunda-feira, 14, depois que funcionários da casa perceberam um forte odor vindo da churrasqueira.
Paulo estava desaparecido desde 1º de setembro. O corpo estava em avançado estado de decomposição e foi retirado do local após a Guarda Municipal de Mandirituba ser acionada.
Em entrevista, a mãe, Márcia, afirmou que a forma como a morte do filho vem sendo tratada aumentou ainda mais a dor da família.
Ela contestou versões levantadas sobre a possibilidade de Paulo ter entrado na residência para cometer um crime ou de ter acessado o telhado em meio a um suposto surto provocado pelo uso de drogas.
Mãe de jovem encontrado morto em chaminé em Mandirituba contesta versões
Segundo ela, Paulo trabalhava como vigilante, não tinha antecedentes criminais e nunca teve envolvimento com a criminalidade. A mãe também afirmou que o filho era conhecido na cidade e que chegou a trabalhar por mais de um ano na segurança dos moradores de Mandirituba.
“Eu estou inconsolável, porque não concordo com as descrições. Hoje eu ouvi dentro de uma delegacia que meu filho teria entrado lá para roubar, ou que estaria em surto por uso de entorpecentes e subiu no telhado. Ele jamais entraria dentro de uma chaminé. Jamais. Nunca. Eu quero respostas”
–disse Márcia.
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