Agentes da Ronda Ostensiva Municipal (Romu), grupamento especializado da Guarda Civil Municipal de Maringá, participam de um curso de capacitação voltado ao aperfeiçoamento de técnicas operacionais em ocorrências de alto risco. A formação é promovida pela Prefeitura de Maringá, por meio da Secretaria de Segurança Pública, e reúne atividades teóricas e práticas ministradas por profissionais das polícias Civil e Militar, além de um guarda municipal que possui treinamento específico na área.
A capacitação tem caráter eliminatório e exige preparo físico e emocional dos participantes. Dos 40 agentes que iniciaram o curso, apenas 27 permanecem na formação.
Entre eles está o agente Arthur Dalte, que destaca a importância do treinamento para o trabalho diário da corporação.
“É um ganho de técnica e de experiência que vai gerar resultados positivos para nós no confronto contra a marginalidade. O curso exige não só da parte física, mas da psicológica também, demandando muito do operador de segurança”, afirmou.
Durante as atividades, os guardas passam por simulações de operações com armamentos de maior poder de fogo, como fuzis e carabinas, além do manuseio de granadas de efeito moral, gás lacrimogêneo e lançadores de rojões.
O secretário de Segurança Pública de Maringá, Delegado Luiz Alves, ressaltou que a iniciativa busca ampliar a capacidade de resposta da Guarda Municipal diante de diferentes tipos de ocorrências.
“Com o curso, teremos agentes preparados para qualquer tipo de desafio que seja colocado na frente deles em defesa da sociedade. Estamos oferecendo esta capacitação em nome da tranquilidade dos moradores e do combate à criminalidade”, disse.
O conteúdo também inclui técnicas de patrulhamento tático motorizado, modalidade utilizada em situações consideradas de elevado risco. Segundo o tenente Lucas Faccin, da 4ª Companhia do Batalhão da Polícia Rodoviária, esse tipo de atuação demanda equipes altamente treinadas.
“É um tipo de patrulhamento que, muitas vezes, tem arma de fogo envolvida, pessoas com mandado de prisão em aberto, envolvidos com o tráfico de drogas, entre outras situações. E tudo isso demanda equipes mais treinadas para atender essas ocorrências”, explicou.
















