Ex-atleta profissional, já defendeu as cores do Japão nos mundiais de 2002 e 2006, e ajuda a compreender as expectativas pré maior torneio do futebol
A abertura da Copa do Mundo de 2026 acontece nesta quinta-feira (11), no jogo entre México e África do Sul, esta edição é pioneira no número de seleções a disputarem o torneio (48), além de ser a primeira sediada por três países diferentes, México, Estados Unidos e Canadá.
A Seleção Brasileira parte para a América do Norte como a única pentacampeã mundial, em busca de trazer a sexta taça para o País do Futebol. As expectativas tradicionalmente são altas, mas a desconfiança nos jovens atletas que ainda não conquistaram a paixão dos torcedores, cresce exponencialmente.
Em Maringá, um ex-atleta, natural da Cidade Canção, pode analisar esse pré-mundial sob a ótica de quem já esteve dentro dos gramados. Alex Santos tem 48 anos, é oficialmente um cidadão japonês naturalizado e coleciona participações nas Copas do Mundo de 2002 e 2006 pela seleção oriental.
O ex-lateral esquerdo fez carreira em times tradicionais do Japão, foi o melhor jogador de toda a Ásia em 2000 e já levantou sete taças asiáticas, incluindo um campeonato continental, duas ligas japonesas e quatro supercopas do Japão.
“Fui um menino que chegou lá com 16 anos, ninguém conhecia, e aí o futebol japonês deu a oportunidade. Três anos depois eu era o melhor jogador do Japão. Quatro anos depois, o melhor da Ásia. Sete anos depois, era o jogador da seleção japonesa, que jogou duas Copas do Mundo”, conta.
Alex não esconde seu carinho e torcida pelo país que tanto o amou. O ex-lateral admite que adoraria ver o Japão entre as quatro melhores seleções do mundo, mesmo que isso custasse a eliminação do Brasil, confronto possível já no primeiro duelo de “mata-mata”.
Apesar disso, ele afirma à reportagem do Maringá Post, que enxerga o Brasil como uma das favoritas ao título mundial, graças ao “peso da camisa brasileira”. Confira a entrevista na íntegra:
















