Em entrevista à CBN Maringá nesta quinta-feira (21), Paulo Biazon afirmou que Sancor Maringá solicitou R$ 800 mil anuais de apoio do poder público, valor que, conforme o secretário, Prefeitura se comprometeu a pagar. Decisão final cabe ao time, que afirmou que irá se manifestar oficialmente entre esta quinta (21) e sexta-feira (22).
O secretário de Esportes de Maringá, Paulo Biazon, afirmou que a Prefeitura se comprometeu a atender todas as exigências do Sancor Maringá para se manter na Cidade Canção. O time de vôlei, que disputa a Superliga Feminina, tem uma proposta para transferir o projeto para Londrina a partir da temporada que vem.
Em entrevista à CBN Maringá nesta quinta-feira (21), Biazon afirmou que a equipe demandou do poder público um aporte de R$ 300 mil em 2026 e, posteriormente, R$ 800 mil ao ano até 2028, valor este que a Prefeitura sinalizou estar disposta a pagar, conforme o secretário.
Atualmente, a Prefeitura de Maringá não realiza repasses ao time profissional. Os aportes existentes, feitos através da Associação Maringaense de Vôlei e na casa dos R$ 400 mil anuais, servem apenas para a manutenção das atividades da base. A exigência do clube para o profissional ainda fica abaixo do valor ofertado pela Prefeitura de Londrina, que é na ordem de R$ 2 milhões anuais.
Quando Sancor e Prefeitura começaram a discutir a permanência em Maringá, há quase dois meses, o clube alegava demandar, ao menos, R$ 500 mil anuais de aporte para o custeio de desespesas operacionais, como viagens, hospedagens e salários para colaboradores da comissão técnica que, atualmente, vivem apenas de uma ajuda de custo.
Procurada pela reportage, o Sancor Maringá confirmou o avanço nas tratativas, mas afirmou que só deverá se pronunciar oficialmente entre esta quinta (21) e sexta-feira (22).
















