Um comunicado enviado aos estudantes do curso de Ciências Sociais da Universidade Estadual de Maringá (UEM) no fim da manhã desta sexta-feira (22) provocou uma série de boatos entre alunos sobre possíveis problemas estruturais no Bloco D67, aonde parte das atividades do curso é realizada.
Após a suspensão das aulas presenciais no período noturno, começaram a circular informações de que o prédio estaria apresentando riscos à segurança, o que gerou preocupação entre estudantes e membros da comunidade universitária.
No entanto, durante a tarde, tanto a coordenação do curso quanto a própria universidade divulgaram notas oficiais negando qualquer problema estrutural no local e reforçando que o bloco segue em condições normais de uso.
Em comunicado enviado aos estudantes, a coordenadora do curso de Ciências Sociais, Zuleika Bueno, afirmou que a suspensão das aulas ocorreu exclusivamente por questões internas e pedagógicas.
Segundo ela, a decisão foi tomada para que a coordenação pudesse encaminhar demandas acadêmicas consideradas importantes. A coordenadora também lamentou a interpretação equivocada da suspensão das atividades presenciais.
“Não há qualquer risco de segurança em frequentar o bloco. Reforço que se trata de uma questão interna ao curso de Ciências Sociais e de caráter pedagógico”, destacou a coordenadora na mensagem.
Posteriormente, a UEM também publicou um esclarecimento oficial. Na nota, a instituição afirmou que o Bloco D67 “encontra-se em perfeitas condições de uso e segurança”, sem qualquer registro de problema estrutural ou técnico.
A universidade informou ainda que a suspensão das atividades presenciais valeu apenas para as turmas de Ciências Sociais nesta sexta-feira (22), enquanto as demais atividades acadêmicas e administrativas realizadas no bloco seguem normalmente.
A instituição também reconheceu que “termos imprecisos em comunicações internas” acabaram gerando interpretações equivocadas e preocupação desnecessária entre os estudantes.
















