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A Prefeitura de Maringá ainda não respondeu a proposta do Sancor Maringá, equipe profissional de vôlei que disputa a Superliga Feminina, para continuar a operação na Cidade Canção. A informação foi confirmada nesta terça-feira (31) tanto pelo município quanto pelo próprio clube.
O Sancor Maringá recebeu uma proposta formal para levar o projeto para a Londrina a partir de 2027. Na sexta-feira (27), o treinador e gestor do clube, Audori Júnior, concedeu entrevista coletiva ao lado de um representante da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer, afirmando que time e Prefeitura estavam discutindo exigências para que o projeto seguisse em Maringá, onde foi idealizado.
Atualmente, o Sancor não recebe incentivos financeiros da Prefeitura para a equipe profissional. Para recusar a proposta de Londrina, o clube pede um aporte financeiro anual de R$ 500 mil da Prefeitura de Maringá para custear despesas operacionais. O valor, segundo Aldori, é suficiente para bancar viagens, alimentação, transporte e apoio logístico para as atletas no decorrer das competições em cada temporada.
Na coletiva, a Prefeitura prometeu dar um retorno ao Sancor na segunda-feira (30), o que não ocorreu. Procurado pela reportagem, o município informou que ainda “avalia as possibilidades” para atender aos pedidos do time.
Os repasses anuais do poder público que o time recebe, no valor de R$ 450 mil, precisam ser destinados exclusivamente para as categorias de base, através do projeto “Amavôlei”, que atende cerca de 400 atletas com idades entre 8 e 21 anos de idade.
Todos os custos relativos ao time profissional que disputa a Superliga são custeados a partir de patrocínios privados. Entre as equipes da Superliga, as maringaenses têm a segunda menor folha salarial da competição, girando em torno de R$ 250 mil mensais.
















